Quem tem direito ao Minha Casa Minha Vida em 2026?
O Minha Casa Minha Vida (MCMV) continua sendo a principal porta de entrada para a casa própria em Salvador e região metropolitana. O programa é dividido por faixas de renda familiar bruta mensal — e cada faixa tem teto de valor do imóvel, taxa de juros e subsídio diferentes.
Faixas de renda (valores de referência — confirmar na Caixa)
Faixa 1: renda familiar de até R$ 2.850 — maiores subsídios, parcelas mais baixas.
Faixa 2: renda de R$ 2.850,01 a R$ 4.700 — subsídio parcial + FGTS.
Faixa 3: renda de R$ 4.700,01 a R$ 8.600 — juros reduzidos, sem subsídio direto na maioria dos casos.
Faixa 4 (classe média): renda de R$ 8.600,01 a R$ 12.000 — imóveis de até R$ 500 mil.
Quanto dá para financiar?
O valor máximo do imóvel varia por faixa e por cidade (Salvador tem tetos maiores que o interior). Na prática: Faixas 1 e 2 ficam em torno de R$ 264 mil; Faixa 3, em torno de R$ 350 mil; Faixa 4, até R$ 500 mil. Acima do teto, o caminho é o financiamento padrão (SBPE).
FGTS: como usar a seu favor
Quem tem 3 anos de carteira assinada (consecutivos ou não) pode usar o FGTS para: dar entrada, amortizar o saldo devedor ou pagar parte das parcelas (até 12 parcelas em atraso, com intervalo). Não pode ter outro financiamento ativo no SFH nem outro imóvel residencial na mesma cidade.
Leve a proposta à Caixa ou correspondente bancário para aprovação (a aprovação final é sempre do banco).
Quer ajuda para não errar?
A JP Saraiva Imóveis orienta todo o processo: enquadramento na faixa, documentação e escolha do imóvel dentro do teto. Fale no WhatsApp (71) 99145-6005 — CRECI-BA 18182.